Thursday, April 30, 2009
Casamentos de Santo António 2009
Os Casamentos de Santo António já têm um site.
Para quem acha piada; quem diz que é piroso mas no fundo até gosta; quem gosta de dizer mal e precisa de ter argumentos, ou para quem é apenas curioso, pode espreitar aqui.
Para quem acha piada; quem diz que é piroso mas no fundo até gosta; quem gosta de dizer mal e precisa de ter argumentos, ou para quem é apenas curioso, pode espreitar aqui.
Indie Lisboa'09
Para quem gosta de cinema, sobretudo para quem gosta de cinema independente ainda está a tempo.
Consultem aqui todas as informações sobre o Festival e regalem-se.
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Solidariedade
A solidariedade que se define como: " Reciprocidade de obrigações e interesses", assume contornos curiosos.
Pessoalmente, considero-me obrigada a ser solidária com quem merece e quando a causa é justa. Não me parece correcto usar solidariedade para encobrir "trafulhices" ou fraquezas de carácter.
Há de facto seres humanos cujo sentido de solidariedade é deveras extraordinário, para além desta maravilhosa característica, estabelecem hierarquias nas amizades, passo a explicar: as suas obrigações são maiores com os amigos de longa data, não interessa nada se estes estão ser correctos, coerentes ou lá o que seja. Solidariedade é a palavra de ordem!
Tiro-lhes o chapéu. Eu traidora me confesso, a única manifestação de solidariedade que arrancarão de mim quando não estiverem a ser correctos será apenas o silêncio, depois a sós prometo um valente "puxão de orelhas". Porquê? Porque foi essa a educação que eu tive e é esse o tipo de comportamento que defendo como o mais correcto.
Há de facto seres humanos cujo sentido de solidariedade é deveras extraordinário, para além desta maravilhosa característica, estabelecem hierarquias nas amizades, passo a explicar: as suas obrigações são maiores com os amigos de longa data, não interessa nada se estes estão ser correctos, coerentes ou lá o que seja. Solidariedade é a palavra de ordem!
Tiro-lhes o chapéu. Eu traidora me confesso, a única manifestação de solidariedade que arrancarão de mim quando não estiverem a ser correctos será apenas o silêncio, depois a sós prometo um valente "puxão de orelhas". Porquê? Porque foi essa a educação que eu tive e é esse o tipo de comportamento que defendo como o mais correcto.
Monday, February 23, 2009
Tia babadidissma
Saturday, January 31, 2009
Inês
Parabéns querida Inês
Sei que hoje não foi um dia excepcional, foi até muito confuso. Sem os mimos dos pais o dia inteirinho. No ano passado deixei-te este mimo, sei que não achaste lá muita graça à fotografia, apesar de eu achar que estás girissima. Lembrava-te assim como tinha sido o dia do teu nascimento. Andei a mexer nas minhas gavetas e olha o que encontrei:
Sei que hoje não foi um dia excepcional, foi até muito confuso. Sem os mimos dos pais o dia inteirinho. No ano passado deixei-te este mimo, sei que não achaste lá muita graça à fotografia, apesar de eu achar que estás girissima. Lembrava-te assim como tinha sido o dia do teu nascimento. Andei a mexer nas minhas gavetas e olha o que encontrei:

Ainda na maternidade ao colinho da tia

Tão pequenina e já a fazer cara de má
Friday, January 30, 2009
Aniversário
Pois cá estou eu outra vez a gabar-me dos meus 2 anos.
Obrigada aos sempre filipados Catarina, Diogo e Isabel, ao, também, filipado João Marchante por se ter lembrado de mim aqui e ao Zé Maria, meu mentor, pelo post extraordinário.
Uma mão cheia de rosas perfumadas e muitos beijos para todos.
Obrigada aos sempre filipados Catarina, Diogo e Isabel, ao, também, filipado João Marchante por se ter lembrado de mim aqui e ao Zé Maria, meu mentor, pelo post extraordinário.
Uma mão cheia de rosas perfumadas e muitos beijos para todos.
Thursday, January 29, 2009
Tempo de Viagem
O Zé Maria que é, acima de tudo, de uma generosidade extraordinária, deixou-me este miminho!
Obrigada e um beijo
Obrigada e um beijo
Wednesday, January 21, 2009
Parabéns
Para a Joana, que já é uma mulher mas será sempre uma menina no nosso coração!
Um grande beijo
Um grande beijo
Friday, January 16, 2009
Tolerância
A tolerância que se define como a atitude de admitir aos outros uma forma de pensar ou de agir diferente da nossa, está na ordem do dia.
É comum falar-se de tolerância, mais da ausência dela, em qualquer assunto, sobretudo nos ditos fracturantes. A propósito de umas frases proferidas pelo Cardeal Patriarca, sobre casamentos inter-religiosos, no caso com muçulmanos, algumas palavras tiradas de determinado contexto quase criaram uma crise institucional. Do meu ponto de vista o senhor não ofendeu ninguém, parece que falava no âmbito de um qualquer colóquio e eis que surgem aqueles comentários, com direito de abertura em telejornal, intervenções de sociólogos, antropólogos, comentadores e tudo o mais. Numa palavra: "ridículo"!
Não tenho memória do pré 25 de Abril, contam-me que a censura e as perseguições não permitiam às pessoas expressar-se livremente, o medo dominava e à cautela a generalidade das pessoas reservava as suas opiniões para si. Actualmente, diz-se, gozamos de inteira liberdade de expressão, não me parece que assim seja. O politicamente ou socialmente correcto, implicam um cuidado permanente no que se diz, não raras vezes figuras públicas são literalmente "achincalhadas" publicamente por cometerem o erro de, com a maior das frontalidades, expressarem a sua opinião. Claro que a comunicação social é o "motor" desta espécie de censura do pensamento livre e da coragem de o exprimir, na busca incessante do sensacionalismo, da "treta", manipula e valoriza assuntos que de outra forma não mereceriam sequer referência.
E o que é que a tolerância tem a ver com tudo isto? Tudo: deixámos de tolerar que outras pessoas tenham opiniões diferentes e, mais do que isso, que as verbalizem. No caso do Cardeal Patriarca que alertou para as profundas diferenças culturais entre religião muçulmana e a católica, toda a gente sabe que é a mais pura das verdades, para a questão do fundamentalismo, estamos todos conscientes, levantaram-se uma série de vozes e, estou certa, se vivêssemos na Idade Média, teria ido imediatamente para a fogueira.
Constato que de uma maneira geral, as pessoas se tornaram intolerantes a quase tudo, até mesmo os que são, com alguma frequência, vitimas da intolerância. Recorrendo a um ditado popular: são como São Tomás, faz o que ele diz, mas não faças o que ele faz!
Thursday, January 1, 2009
2008 lá acabou
Agora que 2008 já se foi, é altura de fazer um pequeno balanço:
Muito bom, o blog dos Filipados, tenho que agradecer ao João e ao Francisco que me descobriram e desafiaram a participar. Não fui uma grande aquisição mas tenho um orgulho enorme em estar presente. Agora só falta participar num dos jantares, se conseguir ter o dia livre, o que não aconteceu no ano passado; muito bom para os projectos que tive em mãos e que correram bem, a oportunidade de aprender, conhecer e contactar com outras pessoas de áreas diferentes e que estão fora do meu núcleo profissional, espero voltar a encontrar-me com todos em 2009; muito bom para a chegada da adorada Salomé e para a notícia da vinda da Maria que será para Março; muito bom para os verdadeiros amigos que se mantêm de pedra e cal na minha sombra; muito bom para as minhas queridas dos jantares das terças-feiras, são excepcionais.
Ter a oportunidade de conhecer melhor as pessoas é sempre bom, o cair das máscaras para o melhor e para o pior, faz-nos bem saber com quem e com o que contamos.
A perda do Vitor foi muito má, deixou-me particularmente triste; muito mau também é continuar a não saber lidar com a maldade humana.
Por último, porque são mesmo especiais: os meus filhos que são uma fonte de carinho inesgotável e que me deixam orgulhosa por serem como são e os meus sobrinhos todos, que fazem de mim a tia mais babada do universo!
2008 Foi um ano excepcional!
Disse!
Tuesday, December 16, 2008
Vitor, até sempre
Querido Vítor, tenho andado a tentar digerir a notícia que há muito temia! Ando numa espécie de luto adiado. Tinha tanta coisa para te dizer, tantas fofocas para pôr em dia. Não estava preparada para a tua ausência, sempre achei que a tua bravura seria eterna e ainda que consciente da tua fragilidade, estava habituada a ver-te lutar para além das tuas próprias forças.
Ultrapassaste-te e foste além do que seria previsível e, curiosamente, sabe a pouco! Eras brilhante, rigoroso, leal e muito trabalhador, e mesmo assim ficou tanto por fazer meu querido amigo. Escrevo-te estas palavras num banho de lágrimas, achei que não ia chorar mais, afinal enganei-me!
Sei que tive uma sorte enorme em ter-te conhecido, sei o quanto gostavas de mim e como é raro a minha amizade ser tão imensamente retribuída. Felizmente sempre te disse o quanto gostava de ti, essa é uma pena que nunca carregarei em relação a ninguém, porque faço muita questão de fazer saber às pessoas o quanto gosto delas.
Até sempre querido Vítor.
PS: a Simona pediu-me que te mandasse um beijo.
Thursday, November 27, 2008
Inaceitável
A política sempre me fascionou; os políticos, que me perdoem, nem por isso.
Apesar desta atracção pela política sempre recusei filiar-me em partidos. A explicação é, aliás, muito simples: gosto de pensar pela minha cabeça; gosto de apontar o dedo quando é caso disso e era incapaz de privar com algumas personalidades, só por obrigações políticas.
Agora, que se aproxima um ano eleitoral, e que ano, multiplicam-se as escandaleiras. Não existe nenhum respeito pelo eleitor e muito menos pelo contribuinte.
Sou uma eleitora consciente, faço questão de exercer os meus direitos. Esta gentinha que pulula no espaço político, que se serve do Estado, usa e abusa impunemente, não merece que as pessoas se dêm ao trabalho de ir votar!
Começo, muito sinceramente, a sentir alguma vergonha em votar. Acho ridículo, não há respeito nenhum por nada. Há tão só e apenas muita, mas muita promiscuidade, não me apetece muito pactuar com ela.
Tinha muita graça se todos os eleitores se decidissem por fazer um autêntico boicote ao voto. Nada organizado por ninguém claro, mas que tomassem uma atitude e punissem claramente os políticos.
Gostava de ver, a sério!
Apesar desta atracção pela política sempre recusei filiar-me em partidos. A explicação é, aliás, muito simples: gosto de pensar pela minha cabeça; gosto de apontar o dedo quando é caso disso e era incapaz de privar com algumas personalidades, só por obrigações políticas.
Agora, que se aproxima um ano eleitoral, e que ano, multiplicam-se as escandaleiras. Não existe nenhum respeito pelo eleitor e muito menos pelo contribuinte.
Sou uma eleitora consciente, faço questão de exercer os meus direitos. Esta gentinha que pulula no espaço político, que se serve do Estado, usa e abusa impunemente, não merece que as pessoas se dêm ao trabalho de ir votar!
Começo, muito sinceramente, a sentir alguma vergonha em votar. Acho ridículo, não há respeito nenhum por nada. Há tão só e apenas muita, mas muita promiscuidade, não me apetece muito pactuar com ela.
Tinha muita graça se todos os eleitores se decidissem por fazer um autêntico boicote ao voto. Nada organizado por ninguém claro, mas que tomassem uma atitude e punissem claramente os políticos.
Gostava de ver, a sério!
Tuesday, November 11, 2008
Escolhas
O sentimento de escolha corresponde a uma espécie de poder que nos é conferido e que define, em parte, a dimensão de liberdade de cada um de nós. No entanto, é frequente sermos confrontados com situações em que seria preferível não termos que escolher!
Às vezes deixamos ficar mal quem amamos para proteger aqueles que mais amamos, ainda que estes nem sempre sejam gratos ou o reconheçam.
Thursday, November 6, 2008
Cenas Machistas
Vamos lá a falar de "cenas Machistas"!
O Machismo não é exclusivo dos homens, há por aí muito mulherio que por despeito, excesso de conservadorismo ou até de zelo, no que diz respeito à vocação do género, é muito mais machista que a maior parte dos homens.
A "coisa", regra geral geral começa a azedar na escola, pelo que quando chegam à idade adulta entram numa espécie de fundamentalismo que chega a espantar o próprio sexo masculino.
É frequente que mulheres consideradas "giras" pela generalidade das pessoas, sejam apelidadas de burras, vazias, fúteis e outros mimos. Se têm sucesso na carreira só há dois motivos: ou têm nome de família ou dormiram com o chefe. Pelo menos os homens quando são invejosos não costumam usar o argumento do colega se ter deitado com o chefe, nunca ouvi falar disso.
A questão poderá estar relacionada com problemas de auto-estima ou da total ausência da dita. Há outra hipótese: a inteligência é proporcional ao tamanho do buço, à intensidade do cheiro do sovaco ou à largura da anca. Se assim for então dou a mão à palmatória e aconselho o mulherio interessado em manter um bom relacionamento com esta espécie de gente, a manter o buço em tamanho aceitável, pelo menos que seja visível a uma distância de 2 metros, e a evitar o banho!
Sunday, October 26, 2008
"Careta"
Mais do que um trejeito facial, careta é sinónimo de quadrado, alguém preso aos padrões tradicionais.
Na realidade careta é uma expressão que se utiliza para definir alguém que já está ultrapassado ou que não é cool. Tudo a propósito de uma conversa com uma amiga minha, ao som de Pink Floyd. Falava-se de como a banda é transversal a todas as gerações, de como os miúdos ainda que habituados aos sons comerciais e mais em voga, acabam por se deixar seduzir pela banda.
Confidenciou a Ana que um destes dias resolveu pegar na guitarra e surpreendeu os filhos ao tocar uma das músicas dos Pink Floyd. Comentário da malta: "afinal a mãe não é nada careta!". Como é que é possível que os nossos filhos nos considerem caretas, e o sentimento é generalizado?!
Faz parte, é cultural e socialmente aceite que os pais têm que ser caretas, mesmo que na maior parte dos casos sejam as maiores referências para os filhos. Acontece que, algures, entre a preocupação de cumprir com todas as tarefas que nos são acometidas e correspondermos às expectativas alheias, nos esquecemos de nós próprios e, com alguma frequência, das coisas que nos dão mais prazer.
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