
Thursday, February 28, 2008
Para Ti

Wednesday, February 27, 2008
Classificação dos Amigos
Monday, February 18, 2008
Colégio Militar:Um Nó Na Alma
Sunday, February 17, 2008
Tia Duplamente Babada
Saturday, February 16, 2008
Boato
Não raras vezes, os boatos são atentatórios do carácter e bom nome de terceiros, o que me coloca perante a evidência lapaliciana de que nunca ouvi um boato positivo sobre quem quer que seja, tem sempre uma conotação profundamente negativa acerca de alguém ou de qualquer coisa.
Alguns acabam por se transformar em lendas ou, como gostamos de lhes chamar agora, mitos urbanos. A verdade é que o boato nunca surge para favorecer ninguém, no meio profissional é um instrumento usado com regularidade, para denegrir ou desfavorecer aqueles que se consideram "adversários", mesmo que os visados não tenham a menor noção de que estão a competir com alguém.
Thursday, February 14, 2008
KISS
Namorados
Então namorem à farta, mimem-se mutuamente e aproveitem ao máximo. Ofereçam flores, façam um jantar especial e sejam felizes.
Feliz dia dos namorados e muitas rosas perfumadas, acompanhadas de um sorriso!
Wednesday, February 6, 2008
Tem muita piada
Desabafava eu sobre os comentários aos autores de blogues e eis que o meu filho me surpreende com um:
http://www.souumacrianca.blogspot.com/
Desculpem lá, mas tem piada, muita piada!
Tuesday, February 5, 2008
"Agora toda a gente tem um blogue!"
Por despeito, ou talvez não, há criaturas cuja única função na vida é dizer mal, apontar o dedo e indicar defeitos. Conheço alguns, quem os ouve não lhes leva nada a mal a não ser o facto de que para além da mais do que evidente pobreza de espírito, não terem nada para mostrar, nem sequer a coragem de se submeterem à crítica alheia - tenho dito!
Monday, February 4, 2008
Dia Maravilhoso
Depois, uma voltinha num Centro Comercial com uma amiga, espreitar nas lojas e mexer em tudo - coisa que eu adoro e acabar a tarde com um belo chá acompanhado de scones!
Foi um dia maravilhoso, garanto-vos!
Saturday, February 2, 2008
Zé Maria
Reforço tudo o que te disse: sabes? Gosto de ti Zé Maria!
Obrigada por estares presente, mesmo quando a vida não te sorri tens a capacidade de fazer o esforço de sorrir para a vida e a nossa vida precisa do teu sorriso!
Podia deixar-te um comentário no teu post , mas prefiro agradecer-te assim, tu mereces!
Um beijo e uma rosa perfumada.
Friday, February 1, 2008
Mais um mimo
Thursday, January 31, 2008
Tia Babada
Wednesday, January 30, 2008
Já lá vai um ano
Tenho que agradecer: à minha família; aos meus muito queridos amigos, que têm a paciência de me ler, alguns até fazem comentários, pelo incentivo e muita simpatia que todos os dias me oferecem; ao meu "mentor" sempre com dicas e muito carinho - o Zé Maria - claro; sobretudo ao André a quem chateio imenso e ainda me oferece sorrisos e beijinhos.
Para os que não conheço e chegaram até mim, agradeço as vossas mensagens - são mesmo simpáticos!
A todos MUITO OBRIGADA e uma mão cheia de rosas perfumadas, tenciono continuar por aqui e fazer-vos sorrir ou indignar se for preciso.
Tuesday, January 29, 2008
Paciência
Será a crise dos quarenta a atingir esta mente que teima em não sair dos dezoito? Talvez, mas sinto que não me reconheço nalgumas atitudes. Dizem, e acredito, que a idade nos torna menos tolerantes, sempre me considerei excepcionalmente paciente mesmo em situações que arrepiam qualquer "santinho", surpreendo-me a mim própria e o pior é que não tenho uma pontinha de remorso.
Eu gosto de ser simpática, aliás cultivo a simpatia como forma de estar, não estou nada preparada para começar a ser conotada como chata.
Para todos aqueles que "sofreram" com esta súbita falta de paciência, as minhas desculpas - vou tentar corrigir, ainda que para isso tenha que engolir sapos do tamanho de elefantes e fingir acreditar nos maiores disparates jamais proferidos.
Monday, January 28, 2008
Muito Importante II
Somos Meio Loucos
Friday, January 25, 2008
Muito Importante
Wednesday, January 23, 2008
Pequenos Prazeres
Nova Iorque
Tuesday, January 22, 2008
Mamã Muito Babada
Apresento o Duarte ou, como ele gosta de assinar, D. Duarte de Vila Franca. Tem 10 anos, é o meu doce, o meu príncipe encantado.Sei que sou puro mas gosto de ti.
Monday, January 21, 2008
Katiuska
Friday, January 18, 2008
Mamã Babada
Wednesday, January 16, 2008
Vicky
Este é um post há muito adiado!Tuesday, January 15, 2008
Tabaco II
Se tivessem assegurado as condições para esfumaçar um cigarrito dentro de portas, não teria que ir para a rua - é certo! Mas não é correcto que pessoas "fracas", viciadas e corrompidas por esta atitude, atentatória do bem-estar nacional, sejam tratadas de igual para igual - querem matar-se, vão para a rua!
Importa lá saber se quando fumo um cigarro, estou a pagar imposto ou se pago mesmo impostos, como todos os outros contribuintes! Também não importa saber se os faltosos por doença incluem uma grande percentagem de fumadores. A verdade é que o cigarro, esse elemento diabólico - signo degradante da nossa sociedade, corrompe a integridade física dos cidadãos, finalmente reposta com esta legislação!
Aceito esta gripe com satisfação e com um profundo sentido de sacrifício pelo bem da nação, agora já ninguém vai morrer de cancro no pulmão e acabaram-se os problemas respiratórios para a generalidade das pessoas. Aos outros, esse bando de "malfeitores", arranjem-se: fumem na rua, até ver...
Sunday, January 13, 2008
Coisas de Homens
Coisas de homens...
Acharia muito mais interessante se a Chanceler Alemã, surgisse em público, de mão dada com o George Clooney!
Aí sim, tínhamos uma notícia - afinal não é a história do cão que mordeu o homem que é notícia, certo?
Coisas de Mulheres
De todo! Apenas, por questões culturais, é mais fácil às mulheres manifestarem espontaneamente os seus sentimentos. Não é suposto um homem lavar-se em lágrimas publicamente, porque foi humilhado ou, tão só e apenas, porque está decepcionado com a vida.
Assim, a manifestação pública de Hillary Clinton, quer se trate de uma estratégia de campanha ou apenas de uma fraqueza momentânea, não deixa de ser uma atitude inerente à sua condição de mulher. Mais estranho seria, vermos qualquer um dos outros candidatos numa atitude semelhante, até porque, tenho a certeza, o tipo de pressões a que estão sujeitos nestas longas e dolorosas campanhas, são os mesmos.
O que acho mesmo extraordinário, são os rios de tinta que a aparente "fraqueza" pública de Hillary, tem feito correr. Ok, a mulher é uma "durona" não denota a fragilidade atribuída às mulheres, e então? Move-se num mundo, tradicionalmente, dominado por homens, logo acho natural que o comportamento seja idêntico.
Estratégias políticas à parte, não conheço os compromissos de nenhum dos candidatos americanos, não gosto de Hillary - ela até foi favorável à guerra no Iraque, e fazendo jus à máxima de que "as mulheres são umas cabras para as outras", não me sinto na obrigação de simpatizar com ela só por ser mulher, apesar de lhe reconhecer grandes hipóteses de se tornar na primeira mulher Presidente dos Estados Unidos.
Friday, January 11, 2008
Liceu D. Filipa de Lencastre
Thursday, January 10, 2008
Mãe Precoce
A decisão obrigou-me a assumir responsabilidades para as quais não estava, obviamente, preparada. Enquanto as minhas amigas se divertiam eu desesperava no meio de fraldas e biberões, emaranhada num mundo de dúvidas e de inseguranças das quais não tinha plena consciência.
Foi muito complicado, nos momentos difíceis e à falta de melhor alternativa, quando não conseguia calar o André, chorava com ele. Não considero que tenha perdido a minha juventude por ter tomado esta decisão, nunca deixei de fazer nada por causa dele, acabei o curso e entrei no mundo profissional como todas as minhas amigas - atrasei-me um bocadinho, é certo.
Agora sabe-me bem ter um filho adulto, posso partilhar com ele uma data de coisas. Hoje, enquanto escrevo, tenho o André ao meu lado a estudar. Escrevo e mostro-lhe, ele sorri e dá-me um beijo - não há melhor!
Voltaria a fazer tudo igual, tive mesmo muita sorte.
Eleições nos Estados Unidos - II
Deixei aqui em baixo um link para o Observatório das Presidenciais Americanas 2008, criado pelo Instituto Transatlântico Democrático. Tenho seguido atentamente e é mesmo bom, para além de artigos de opinião e análise sobre os últimos acontecimentos, estão também disponíveis alguns vídeos dos diferentes candidatos.
O site disponibiliza ainda o acesso a alguns blogues, dois dos quais são inteiramente dedicados a este assunto.
Mexicana
Hoje almocei lá. Já frequento, autonomamente, a Mexicana há quase 30 anos e sempre comi o bife, é quase anedótico mas é absolutamente verdade, há coisas assim. Na velha pastelaria que me viu crescer o bife sempre foi bom, por isso não há razão para mudar - equipa que ganha não se mexe!
Saí de lá nostálgica, aliás acontece com frequência, a Mexicana faz parte da minha juventude, dos tempos do liceu D. Filipa de Lencastre, onde os motoqueiros tentavam impressionar as meninas, com duvidosas exibições, no largo frontal à porta principal.
Aquela zona, que frequentei durante alguns anos com bastante assiduidade, é emblemática. Durante os primeiros anos do liceu dominava o triângulo: D. Filipa-Surf-Mexicana, depois D.Filipa-Roma-Londres. Apenas o primeiro prevaleceu já que a Pastelaria Londres e a Roma fecharam há muito tempo.
Hoje, sentada na esplanada, recordei os meus tempos de liceu. Gosto da Mexicana, os empregados são, agora, mais simpáticos; o bife é bom e acho graça aos engraxadores que ainda se mantêm.
Obrigada Mexicana por me fazeres recordar e por me deixares fumar!
Tuesday, January 8, 2008
Eleições nos Estados Unidos
http://presidenciais2008.wordpress.com
Bolonha
Tenho um filho universitário que foi apanhado exactamente no meio, vai licenciar-se em 4 anos e não em 5, como era suposto, nem em 3 de acordo com as regras vigentes.
Anda nervoso no meio de testes que coincidem com frequências, por muito estranho que pareça, e os próprios professores ainda não sabem muito bem como se processa a avaliação contínua e que peso tem na nota final de cada disciplina. Numa palavra - extraordinário!
Estou farta destas adaptações feitas, dá-me ideia, em cima do joelho. Ninguém percebe nada de nada e nós ainda que queiramos perceber também não conseguimos, já que é tudo muito nubloso.
Será um disparate questionar porque é que, se os alunos já tinham começado os cursos no regime anterior, não o acabaram nesse mesmo regime e se limitaram a aplicar o "Tratado" aos que estavam a entrar para o 1º ano?
A ideia que passa é a de que, quando o dito entrou em vigor, as faculdades já deveriam estar preparadas e não o fizeram. Aguardaram calmamente como se não se passasse nada e do dia para a noite toca a reprogramar aqui, ajeitar ali e colar com "cuspo" tão ao nosso jeito.
Isto é acima de tudo cultural dir-me-ão, o diacho digo-vos eu. Este tipo de atitude interfere profundamente na vida das pessoas, no caso trata-se do futuro dos nossos estudantes e não pode ser tratado de ânimo leve.
Enfim, penso eu de que, como diria o outro senhor.
Uma Dica: Gente, nem tudo funciona como uma simples mercearia, ainda que a regra básica possa ser universalmente aplicada, vamos lá a ver se nos conseguimos organizar e fazemos as coisas como deve ser.
Visual
Gosto de mudar. Não sou adepta de grandes alterações, mas gosto ainda que sejam mínimas.
Uma amiga minha acha que a mudança tem a ver com o facto de não nos sentirmos bem connosco próprios, pelo contrário sinto que a mudança faz parte de nós enquanto seres humanos. Estamos em constante mutação, ainda que por vezes esta se opere apenas interiormente. Nunca fiz cortes radicais no meu cabelo por não me sentir bem comigo própria, mas porque sinto necessidade de mudar de visual. De vez em quando arrependo-me, claro.
Aconteceu-me há 5 anos, decidi mudar radicalmente de visual e mudei mesmo. Cortei o meu cabelo curtíssimo e no dia seguinte chorei quando vi o resultado. É como apanharmos uma bebedeira e acordarmos no dia seguinte, com uma grande ressaca. Foi um choque enorme, felizmente o cabelo cresce!
Adivinho um sorriso naqueles que me conhecem bem, pois as minhas mudanças de visual nunca são de facto muito profundas, resumem-se a uns cortes de cabelo e pouco mais. Na verdade sou muito pouco corajosa, para ser sincera sou mesmo muito conservadora e arrisco muito pouco.
Hoje, consultei o meu blogue e achei que devia mudar alguma coisa, afinal de contas já anda com esta aparência há um ano e decidi mudar-lhe a cor.
Uma Dica: Espero que gostem.
Sunday, January 6, 2008
Tabaco
Fumo desde os 18 anos, com algumas interrupções, e adoro. Considero que, acima de tudo, fumar é um acto social: o cigarro que me dá mais prazer é o que partilho numa conversa de café com amigos. Tenho a perfeita noção que o tabaco é aditivo e cria uma dependência física, mas não me sinto uma pessoa doente só por ser fumadora, sei que estou mais exposta e mais vulnerável a certo tipo de doenças, o maço de tabaco lembra-mo todos os dias.
Sou incapaz de, em consciência, fumar para cima de alguém, aliás sempre tive o cuidado de perguntar se incomodo e caso incomode evito puxar do cigarro. Não gosto, apesar de ser fumadora, que alguém fume para cima de mim.
A nova lei do tabaco, já aplicada com sucesso nalguns países da Europa, interfere com este meu prazer/vício, de fumar. Já não me é permitido sentar-me num café com os amigos e fumar um cigarro, sinto que a minha liberdade pessoal está a ser posta em causa, reconheço que as outras pessoas têm pleno direito de não estar em ambientes de fumo. A minha liberdade acaba onde a dos outros começa mas o contrário não é verdade!
Não me apetece deixar de fumar porque alguém me impõe; tanto quanto julgo saber, fumar não é proibido de todo. Irrita-me a hipocrisia do sistema: então eu posso comprar e não posso fumar?
Sinto-me perseguida por ter um vício que, todos reconhecem, é legal. Não gosto de fumar na rua e agora sou obrigada a isso porque alguém, superiormente dotado, se esqueceu que ao garantir os direitos de uns, deveria também assegurar os dos outros.
Agora já não saímos dos restaurantes com a roupa a cheirar a tabaco, saímos a cheirar a refogado de cebola que é muito mais simpático. Já agora, se o meu cigarro incomoda o senhor do lado, tenho que lhe dizer que o seu cheiro a sovaco também me incomoda e que eu saiba a higiene, neste caso a falta dela, não é um vício aditivo, logo não tenho que ser incomodada com isso ou com outro tipo de odores que nem vale a pena referir!
Não me sinto nem um bocadinho diminuída por ser fumadora, como diz o Pedro: o cigarro é, sobretudo, um companheiro, para os bons ou para os maus momentos e, para já, não vou prescindir dele!
Uma Dica: Para os fundamentalistas do antitabagismo, porque é que os tubos de escape dos automóveis não vos incomodam, já experimentaram percorrer a Rua do Ouro num dia de muito calor? Tenho a certeza absoluta que um maço de tabaco não vos faria tanto mal!
Monday, December 31, 2007
2008
2007 Foi obra, pelo menos para mim: tanta experiência nova - foi vivido com emoção, paixão e algum sofrimento à mistura. 2007 Está a acabar, não deixo de sentir alguma nostalgia, é como estar a encerrar um capítulo da minha vida. Foi de tal maneira forte que me deixou marcas e talvez por isso sinta que estou mesmo a passar a página para o capítulo seguinte.
Agora chega 2008, fresquinho que nem uma alface: renovam-se os votos, as expectativas e achamos que tudo vai ser melhor - eu acredito que sim!
Para os meus amigos e amigas desejo que em 2008, vivam com intensidade tudo o que a vida vos der: amem, apaixonem-se, trabalhem com fervor e descubram os desafios que se escondem a cada esquina; mimem a vossa família e os amigos e sejam felizes, muito felizes. Eu vou tentar fazer o mesmo!
Uma Dica: Bom ano!
Sunday, December 30, 2007
Vítor
Falei-vos há uns tempos do Vítor, de como estava, ainda está, muito doente. Hoje é o dia do seu aniversário.
Surpreendeu-me há exactamente uma semana atrás com um telefonema - ganhei o dia, na verdade foi um belo presente de Natal aquele telefonema. O Vítor melhorou bastante, mais uma vez a sua força de viver surpreendeu tudo e todos, até os mais cépticos!
Um exemplo único de coragem, a que não é certamente alheio o grupo de pessoas que o rodeia. Conheci finalmente a Teresa, a quem carinhosamente trata por "a minha Ex", que é um autêntico anjo. O exemplo do Vítor e dos seus amigos, faz-me acreditar que vale a pena sermos bons e autênticos, só assim se consegue reunir tanta generosidade em nosso redor!
Especialmente para ti, meu querido amigo, desejo-te um dia muito, muito feliz e que continues a lutar com a mesma garra e a acreditar que amanhã há-de ser um dia melhor.
Uma Dica: Não há nada pior do que desistir, acaba por ser muito mais fácil; difícil é lutar pelo que queremos e acreditarmos que é possível. O Vítor é talvez o melhor exemplo que conheço e que nos mostra que vale a pena acreditar.
Wednesday, December 26, 2007
Mensagens de Natal
Parece-me que até os simpáticos mails têm os seus dias contados. Já nada é como antigamente. Chegou a era da despersonalização total.
Eu recuso-me a aderir ao sms generalizado, parece-me que não sou a única porque este ano não me entupiram o telemóvel com as ditas mensagens.
Àquelas pessoas especiais e essenciais na minha vida telefono, o que mesmo que não calhe num bom momento sempre é mais simpático, às outras pessoas igualmente importantes mas com quem, apesar de tudo não tenho tanto contacto, envio uma mensagem personalizada.
Chega-se ao ponto de se receberem mensagens de pessoas que mal conhecemos, apenas têm o nosso número por uma questão casual ou profissional e vai daí quando chega à altura do Natal toca a enviar Boas Festas a toda a gente. Não vos vou mentir, acho muita piada àqueles sms que circulam nestas alturas, mas esses são diferentes, os outros, muito sinceramente, agradeço mas dispenso. Ou são enviados com sinceridade ou então não vale a pena!
Tenho muitas saudades do postal de Natal, cheguei a receber uns trinta, este ano recebi quatro, já nem as lojas se dão a esse trabalho, também aderiram ao sms!
Uma Dica: Todas as ocasiões servem para demonstrar o carinho e a amizade que sentimos por certas pessoas. Basta dizer-lhes, de preferência que não seja por sms, nem no Natal.
Sunday, November 11, 2007
É um artista...
Aqui está um texto do meu filho Duarte que não resisti em partilhar. Não está editado:
“QUEM SOU EU”
O meu sonho, é ser arquitecto. Também gostava de ir ao ZOO, nem que fosse só uma vez.
As minhas músicas peferidas são as clássicas, põe-me calmo, faz-me adormecer quando não tenho sono.
Na escola, as minhas disciplinas favoritas são a EVT, Educação Musical, Religião e Moral, Língua Portuguesa, e Educação Física. Eu gosto de ir à escola, de aprender coisas novas e de estar com os meus amigos.
Tenho um irmão de quem gosto muito e que me ensinou muito, que se chama André e tem 21 anos.
Eu tenho óculos redondos, por isso, há gente que me chama “Harry Potter”, o que detesto que me chamem.
Tenho, também, quatro primos, dois vivem ao pé de mim, e outros em Faro.
Nos testes, tenho o hábito de levar o meu colar com a cruz, só para me dar alguma sorte.
Eu admiro muito o meu pai. Foi ele que me ensinou a desenhar em apenas umas semanas. E a minha mãe, trabalha na câmara de Lisboa como funcionária pública. Ela,nesse emprego, arranjou muitos amigos e amigas, o que me fez pensar que ela tem um bom emprego. O meu irmão, é estudante na Universidade Lusíada, onde está a tirar o curso de direito.
O meu animal de estimação, é uma tartaruga. Gosto dela porque é muito engraçada, especialmente, quando se põe dentro da sua carapaça.
Eu já fiz viajens a Espanha, a Paris e aos Açores na, Ilha de São Miguel.
Quando for mais crescido, não quero ter namorada, digo eu agora, mas por enquanto vou-me deixar viver em paz. E, por enquanto, quando crescer, a única coisa que quero realizar, é ir ao ZOO e ser arquiteto.
Uma Dica: Sorriam. As crianças são o melhor do mundo.
Friday, November 9, 2007
Ainda sobre os sonhos
Wednesday, November 7, 2007
Sonhos
É que ultimamente tenho andado numa autêntica "fona", sonho para cá , sonho para lá. Esta noite culminou com o nascimento de uma criança. Fiquei sinceramente preocupada porque significava, a ser verdade, que teria três filhos com 11 anos de diferença cada um.
Era tão real que a criança até tinha nome, um bocadinho "queque" confesso.
Diz-me uma boa amiga que sonhar com bebés é prenúncio de boas mudanças, será? Estou ansiosa à espera dessas mudanças.
Especialmente para si João, a quem ainda não agradeci o simpático mail que me enviou, pode ajudar-me a decifrar este sonho? Julgo que todos nós desejamos associar alguma coisa de positiva a esta nossa actividade que se desenvolve depois de adormecermos; julgo que se tratam apenas de casuais associações de ideias, concretizadas mal fechamos os olhos. Não me lembro de alguma vez me ter acontecido o que quer que fosse preconizado num sonho, mas também não quero, muito sinceramente, descartar essa hipótese, tanto mais neste caso - já que se trata de uma coisa boa!
Vou tentar decifrar isto, se chegar a alguma conclusão prometo que vos conto.
Uma Dica: bons sonhos!
Saturday, October 13, 2007
O Poder da Palavra Escrita
Segundo a Bíblia, o Verbo é Deus, abordando de uma forma muito sucinta o tema, trata-se do poder da palavra: capaz de criar. A palavra surge assim como um elemento poderosíssimo, pelo que o poder da força criadora está essencialmente na palavra falada.
A palavra falada ainda que poderosa, já que dá significado à existência de tudo o que nos rodeia, não deixa de ser efémera porque se desvanece pouco depois de ser proferida. Por oposição a palavra escrita permanece no tempo, sendo que o seu poder reside precisamente na característica imortal que lhe é conferida.
ENLOUQUECI?????????
Nada disso, estava apenas a tentar estabelecer um paralelismo entre o poder do discurso falado e do escrito. Este "post" tem mais a ver com comportamentos do que propriamente com reflexões filosóficas!
Estava a pensar em como a generalidade das pessoas é mais "corajosa" quando discursa via SMS ou mail, do que quando confrontada fisicamente com o interlocutor - é um fenómeno bizarro!
Já se notava um bocadinho com o uso do telefone e alastrou-se consideravelmente com as novas tecnologias. O mais insuspeito e pacato dos indivíduos é capaz de fazer afirmações que fazem corar os deuses, aliás se fossem confrontados pessoalmente com elas, estou certa, uma apoplexia seria no mínimo um dos diagnósticos previsíveis.
Estou a falar-vos daquela espécie de gente que cora quando se sente observada directamente. Então onde raio vão buscar aquela criativade toda? Já sei: ao armário que têm em casa, por isso é que o discurso só é proferivel electrónicamente - Haja paciência!
Nestes casos, a palavra escrita assume um outro tipo de poder: o de conferir a um determinado tipo de idiotas, coragem suficiente para proferir disparates em larga escala ao mesmo tempo que são comtemplados com a "graça" da possibilidade do anonimato - é ou não divino?
Uma Dica: Acham incoerente o meu "post"? Mas não tanto como este tipo de comportamentos que todos nós conhecemos, pois não?
Friday, September 28, 2007
Vamos Ajudar o Vitor
Para quem estiver com vontade de ajudar ou saber mais sobre ele, consultem este endereço:
http://www.aipcinema.com/noticias.php?idN=1100
Toda a ajuda é preciosa.
Wednesday, September 26, 2007
Vendedores
A actividade de Relações Públicas tem aquele peso institucional, aparentemente dá algum estatuto e alivia consideravelmente a carga negativa da palavra vendedor, ainda que não seja nada bom para quem, de facto, trabalha na área das Relações Públicas.
E, se de repente recebessem um telefonema de alguém, vosso conhecido, que começa por fazer a conversa de circunstância: "o que é que tens feito, já não falamos há algum tempo...", de repente e sem vos deixarem responder, atacam sem misericórdia?
Aconteceu-me a mim, não é lá muito estranho porque apesar de não ter nada a ver com o Entroncamento - acontecem-me as coisas mais extraordinárias. Tal e qual como vos contei, ainda eu nem tinha esboçado o sorriso pelo simpático telefonema e já estava a ser assaltada com uma conversa, julgo que até deve ter um "guião", do género: "sabes eu sou RP de uma clínica de estética!", também nem tive tempo de mostrar surpresa, porque em segundos estava a ser pressionada para fazer um tratamento qualquer com umas injecções, que segundo parece tiram os pneus inestéticos da cintura e ancas.
Antes de digerir a informação, eu até nem tenho "pneus", o segundo assalto já estava em curso: marcar consulta, porque na tal clínica não se faziam as coisas em cima do joelho, era necessária uma conversa prévia com um médico que avaliaria as nossas condições físicas antes de nos sujeitarmos ao tal tratamento.
Quando finalmente consegui falar, só foi possível porque era suposto dizer em que dia ia à tal consulta, tentei explicar que não precisava de injecções "mágicas", mas não foi argumento capaz, depois usei o argumento financeiro - que aquilo é mágico, mas caro como o raio, também não serviu. A única solução foi mesmo marcar a consulta para calar a senhora.
Foi apenas uma estratégia, não conseguia livrar-me dela e resolvi marcar, no dia seguinte telefonei e desmarquei, penso que estaria muito ocupada porque fez alguma pressão, mas despachou-me logo a seguir, o que me deixou particularmente feliz.
Nunca mais consegui olhar para esta personagem, por quem até nutria alguma simpatia, da mesma forma - a mulher é uma autêntica chata!
Uma Dica: Pessoalmente, detesto o tipo de abordagem agressiva: é irritante e desconcertante. É muito mais fácil convencerem-me com simpatia e com argumentos sérios!
Esclarecimento
Preciso de vos fazer um pequeno esclarecimento: sempre que tenho que dizer alguma coisa a alguém, tento fazê-lo com a maior das frontalidades. Nunca usei este blogue para dar indirectas a quem quer que fosse.
Quando falo de alguém, faço-o o mais directamente possível, até o faço com alguma frequência pelo que é muito fácil identificar as pessoas a quem me refiro. Tudo o resto são desabafos, coisas que me passam pela cabeça e que não visam especificamente ninguém.
De resto, continuo a querer partilhar convosco os disparates que me vão ocorrendo.
Sunday, September 23, 2007
Fingertips Cause to love you Original
'Cause to love you means so much more
When I need to cry you make me try
I want to die and ask me why
'Cause I can't fight no more
Friday, September 21, 2007
Conversa de Ervanário
Há também quem use a expressão "Vendedores de Pentes" que, confesso, também acho alguma graça, mas penso que é um bocadinho mais agressiva.
Acho graça a estas "tangas" que nos tentam impingir de vez em quando, mais que não seja pode ser mote de conversa mais tarde, sobretudo um assunto divertido.
Porque a "Conversa de Ervanário" é um traço típico num determinado perfil de pessoas, gostaria de vos dizer que nós os alvos, não digo vítimas porque é demasiado forte, não somos propriamente estúpidos, ainda que vocês, os pseudo-ervanários, se considerem particularmente espertos, simpáticos e giros.
Todos nós conhecemos alguém que se encaixa no perfil, uma das características comuns, é aquele trejeito que fazem, olham-nos de lado e fazem um sorriso irónico antes de falarem, assim como quem diz: "vou-te pregar uma tangasita que tu tens ar de totó!". Eu, muito pessoalmente, não levo nada a mal, mas é de chorar a rir. Regra geral até digo no momento, mas de vez em quando resolvo deixar passar - é muito mais divertido ver até onde vai a converseta!
Uma Dica: Pseudo-ervanários deste mundo não mudem. Pelo menos divertem-nos e não prejudicam ninguém, apenas correm o risco de serem um bocadinho ridículos - mas isso nem tem muita importância, pois não?
Almoços no Castelo
Já decorrem há algum tempo e são, regra geral, no feminino. Somos um grupo fixo de quatro, mas acontece, com frequência, juntarem-se-nos mais algumas personagens. Uma vez por outra temos presenças masculinas, o que é muito raro.
Do que eu gosto, para além da companhia - fantástica, é que não há lugar para conversas maldosas ou fofoquices idiotas, apenas muita amizade e boa disposição. Nunca saí mal disposta ou triste de um destes almoços, não acham maravilhoso?
Hoje, foi um dia triste para mim!
Agora, lembrei-me que amanhã tenho o almoço no Castelo e fiquei mais animada. Tenho uma adoração enorme pela Cristina, Irene e Teresinha - minha querida amiga. Não troco estes almoços por nada deste mundo - ainda que seja uma estafa subir até ao topo de Lisboa!
Uma Dica: Há que usufruir das coisas boas que a vida nos proporciona.
Thursday, September 20, 2007
Vitor Nobre
Vitor, meu amigo do coração, uma das pessoas que eu mais adoro, que se agarra à vida e luta por ela, como nós, seus amigos, nos agarramos a ele.
Preciso dele, um exemplo de coragem único - pela forma como enfrenta a batalha de sobreviver a cada dia que passa.
É uma pessoa excepcional, não só pessoalmente, como profissionalmente. A sua ausência é facilmente notada.
O Vitor é uma força da natureza e nós todos torcemos para que, consiga vencer mais esta batalha numa guerra que há muito, sabemos, já perdeu.
Uma Dica: Não desistas Vitor!
Amélia Faia
A Amélia tinha praticado Ballet, como tal tinha uma pose correctíssima e era uma mulher lindíssima. Não era propriamente simpática à primeira vista, era preciso querermos conhecê-la para sabermos como era na realidade.
Era respeitada nos meios de comunicação regional e na própria Câmara que decidiu abandonar, para seguir a carreira docente onde conseguiu igual êxito.
A perda repentina de um amigo comum afastou-nos estupidamente, sem nunca nos termos zangado.
Hoje, se estivesse entre nós, a Amélia completaria 42 anos, exactamente a minha idade. Provavelmente telefonar-lhe-ia, como é meu hábito - nunca me esqueço de quem gosto. Tenho muitas saudades dela e lamento profundamente a sua ausência.
Por isso e em jeito de homenagem, especialmente para a Amélia, quero dizer-lhe: onde quer que estejas, estarás sempre no meu coração, deixo-te uma mão cheia de rosas perfumadas.
Uma Dica: É frequente gastarmos energias com coisas mesquinhas e sem importância, só damos valor ao que realmente importa quando o perdemos!
Tuesday, September 11, 2007
Silêncio
Não do silêncio imposto, confrangedor, ditador ou de terror.
Gosto do silêncio da quietude, por opção, do silêncio provocado pelas pausas das conversas entre amigos, do silêncio observador.
Não acredito num universo de silêncio absoluto, a não ser o que é imposto pela natureza!
Acredito que o silêncio é revelador!
Uma Dica: schiuuuuuuuu!
Monday, September 10, 2007
Elitismos
Eis aqui um conceito curioso, aplicável não só nas relações sociais como também nas laborais. Não raras vezes somos confrontados com classes profissionais que se consideram autênticas elites, sendo que o caso mais flagrante é o dos médicos, essa ordem de seres superiores, sobredotados intelectual e moralmente.
Culpa nossa? Talvez! Durante anos deixámos que fizessem os maiores disparates, sem ousarmos questionar ou sequer apontar o dedo, pelo que o seu poder foi crescendo exponencialmente. Ser médico, na nossa sociedade é ser detentor de um estatuto, ainda que seja um péssimo profissional e tenha um carácter de "vómito".
Devo ressalvar, no entanto, o facto de haver mérito na classe, não me lembro de muitas outras profissões em que o diploma confira de imediato o estatuto social à generalidade da classe.
Depois há os pequenos nichos dentro das empresas, em que temos licenciados em engenharia ou direito, cujo diploma lhes dá uma panóplia de conhecimentos tão vasta, que vai desde a gestão até à comunicação e afins. É um facto, eles sabem de tudo, ainda que mal saibam da profissão deles, não há assunto em que não opinem com conhecimento de causa.
Pensam sobretudo que quem tem licenciaturas "alternativas", as mais recentes como é o caso da comunicação, o fez por impedimento intelectual. Não é verdade!
Eu tenho uma licenciatura em Relações Públicas e Publicidade, soei as estopinhas para a conseguir. Foi o curso que sempre quis tirar por opção, não por falta de "média" para entrar noutras faculdades, mais, tenho a certeza que há muitos cursos, ditos tradicionais que não têm o grau de dificuldade aplicado naquele curso, que foi durante vários anos uma referência no meio publicitário.
Incomodam-me as pessoas que se sentem superiores só porque são licenciadas em cursos mais abrangentes, sempre achei que tinha vocação para a minha área e sinto-me feliz por ter o privilégio de trabalhar nela.
Uma Dica: Esse pseudo-elitismo não será uma forma de disfarçar frustrações e recalcamentos passados?
Wednesday, September 5, 2007
Scones
7 colheres de sopa de farinha;
1 colher de sopa de Açucar;
1 colher de sopa de manteiga;
4 colheres de sopa de leite;
1 ovo;
1 colher de chá de fermento (opcional se a farinha já tiver fermento);
1 pitada de sal.
Mistura-se tudo com as mãos e dispõem-se em pequenas porções num tabuleiro untado e polvilhado de farinha, em forno pré-aquecido a 150º, durante cerca de 10 minutos.
Fácil não é?
Uma Dica: como a massa fica um bocadinho mole, costumo usar colheres para colocar as porções no tabuleiro, em vez de estar com a trabalheira de untar e polvilhar o tabuleiro, costumo por uma folha de papel vegetal.
Tuesday, September 4, 2007
As pessoas mudam
Aconteceu-me hoje, cruzar-me com uma antiga colega de liceu que não vejo há muitos anos. Isto não é nenhum facto digno de registo, obviamente, mas a operação de mudança que reconheci na Vera é!
A Vera trocou os brincos de pérolas por piercings e as golinhas redondas das camisolas e os decotes apertados até ao pescoço por um descarado topless. Achei piada à Vera, se me dissessem há uns 20 anos que ia ficar assim, eu diria que estava tudo doido.
Era uma típica menina "beta" que se transformou numa quarentona para a "frentex", continua com a mesma cara mas é uma pessoa completamente diferente e pergunto-me em que fase da vida dela terá ocorrido tamanha transformação, porque da última vez que a encontrei continuava com o mesmo registo dos tempos de liceu, a coisa mais arrojada que me lembro de lhe ver eram os jeans bem justos.
Tenho pena de não ter cumprimentado a Vera, estamos anos sem nos vermos, mas falamos sempre que nos cruzamos, hoje por algum motivo senti-me intimidada, muito provavelmente pelo topless que exibia com a maior das descontracções, não nos cumprimentámos, mas da próxima não vou falhar.
Achei piada à evolução da Vera, continua bem-disposta, que o ar "beto" não era sinónimo de inibição, gargalhada pronta que se houve num raio de, pelo menos, cem metros.
Uma Dica: Nem sempre a mudança radical de visual é acompanhada pela mudança de comportamento. É engraçado vermos como as pessoas se transformam com os anos, às vezes é um exercício que nos permite ver como nós próprios nos transformamos sem darmos por isso.
Monday, September 3, 2007
Altruísmo
Por outras palavras e simplificando, é o oposto de egoísmo.
Eu considero-me uma pessoa altruísta, já me queixei por aqui da forma como ponho, com a maior das facilidades o interesse dos outros antes dos meus, ainda que o resultado final signifique prejuízo nos meus próprios interesses.
Mais do que altruísta de vez em quando sou mesmo idiota, nem sempre quem beneficia é suficientemente humilde para ser reconhecido e já aconteceu por mais do que uma vez, sentir-me mal comigo própria por permitir que outros se sirvam da minha boa vontade para alimentar os egos sempre insatisfeitos.
Não vou mudar, claro!
Evoluí, a idade conferiu-me a capacidade de perceber mais facilmente o género dos que se aproximam apenas por interesse e cabe-me decidir se quero ou não fingir que não percebo que estou a ser manipulada. Pois, a todos os interessados, confesso que depende de quem quer manipular e do meu próprio estado de espírito, posso ou não estar para aí virada.
Na realidade, sem falsas modéstias, considero-me mesmo uma pessoa altruísta, sou capaz de ajudar o meu melhor amigo com o mesmo entusiasmo que ajudo um desconhecido e não espero ganhar nada com isso.
Não gosto, como todas as outras pessoas, de ser traída e que usem esta minha boa vontade, ou necessidade de agradar a todos como arma de arremesso quando dá jeito e, acima de tudo, não gosto de ser maltratada só porque sou boazinha e regra geral não reajo.
Continuo a acreditar que vale a pena estar presente para quem precisa, que a simpatia e a disponibilidade vence todas as batalhas e que a falsidade mais cedo ou mais tarde deixa cair a máscara!
Uma Dica: Nem sempre a simplicidade, simpatia e disponibilidade é sinónimo de falta de perspicácia. Já aqui disse que quem subestima, acaba sempre por ficar em desvantagem.
Parabéns
Gosto muito dos dois e peço mil desculpas, fui alertada atempadamente e esqueci-me.
À laia de homenagem, resolvi deixar-vos uma mensagem aqui.
Mil beijos e uma rosa perfumada a cada um de vocês!
Monday, August 13, 2007
Praia
Nem sei bem se é por me permitir o prazer de estar "de papo para o ar" sem a obrigatoriedade de fazer nada - posso apenas fechar os olhos e ficar ali, posso também ouvir a minha música no i'pod, sem que isso incomode ninguém, ler um livro ou então - confesso que é uma das que prefiro - juntar as revistas das fofocas, espanholas incluídas, e discutir com a minha irmã os últimos feitos do jet set ibérico.
Gosto sobretudo das idas ao banho com a minha irmã, já não fazemos carreirinhas, nem damos cambalhotas debaixo de água como fazíamos quando éramos miúdas - um dia destes vou propor-lhe, acho que ela alinha - mas é aquela sensação de liberdade e de descontracção que o banho marítimo nos oferece em exclusividade e é único!
Depois adoro aquelas cenas das pseudo tias e tios, que falam altíssimo com os Bernardos mais os Zé Marias e os Franciscos, que são uns autênticos índios e espalham a confusão em redor. Também gosto das famílias pseudo chungas, desculpem a expressão - mas não passa disso, é apenas uma expressão - que acham que vão para a praia dos queques e por isso têm que levar a joalharia toda que têm em casa - para manter o nível, mas não dispensam a bela da lancheira mais a enormidade de comida com que se empanturram o dia inteiro. Curiosidade: falam igualmente muito alto.
Não fiquem a pensar que estou para aqui a armar-me em fina, situo-me mais ou menos entre os dois: faço um esforço para não falar alto, o que já é bom.
Agora que os meus filhos já estão mais crescidos, não impõem horários, adoro ficar na praia até às 8 horas, quando só ficam os verdadeiros fãs e se jogam cartadas e trocam piadas descontraidamente, em que a pior parte é, seguramente, o regresso a casa.
Uma Dica: Neste pequeno país à beira-mar plantado, é um privilégio usufruirmos de tanta quantidade de praia. O melhor é aproveitarmos mesmo!
Sobrevivente
Tenho que vos confessar que passei por uns momentos complicados, que me parecem finalmente sanados.
A quem teve a louvável paciência de continuar a consultar este "sítio", apesar da total ausência de notícias, agradeço sinceramente!
Aos que passaram a consultar, muito obrigada - agradeço com um sincero sorriso - para quem me conhece já está a vê-lo, para os outros, desculpem a imodéstia, é muito carinhoso e simpático.
Não vou partilhar a confusão que se instalou na minha vida ultimamente, desculpem lá, tenho a certeza que adorariam, mas é demasiado pessoal. Quero que saibam que sobrevivi, com forças renovadas e emocionalmente mais forte - tinha que ser.
Uma Dica: As decepções tornam-nos mais fortes e ensinam-nos a prezar a verdadeira amizade.
Saturday, July 21, 2007
Estrangeirismos
Sendo que muitas vezes a aplicação destes termos não passa de uma tentativa, saloia nalguns casos, de evidenciar um certo à vontade no discurso falado ou mesmo uma forma de informar o interlocutor de como se é culto.
Os Gato Fedorento têm uma rábula que define na perfeição esta nova onda que invadiu o meio profissional português. É certo que há expressões cuja tradução não existe ou é mesmo ridícula para quem tem que lidar com elas no dia-a-dia. A comunicação é talvez a área profissional onde podemos encontrar mais exemplos desta nova forma de nos expressarmos, se assim posso dizer.
Mas sinto que esta nova vaga está a desenvolver-se noutras áreas. Não sou uma fundamentalista da língua portuguesa, mas tenho orgulho no meu país, na nossa história e na nossa cultura. Na minha modesta opinião, estes estrangeirismos são apenas uma forma que uma pequena elite usa, de forma ridícula, para se sentir um bocadinho superior aos restantes mortais, ainda que nem sempre utilizem as expressões nos momentos certos e nas formas mais adequadas.
Eu própria uso alguns, confesso! Mas sou absolutamente fã da simplicidade do discurso e da clareza do diálogo. Não há nada pior do que falarmos meia hora sem conseguirmos passar uma única mensagem.
Uma Dica: já que se faz muita questão de se utilizar este tipo de linguagem, talvez seja melhor verificar se o interlocutor nos está a acompanhar, para não corrermos o risco de estarmos a falar sozinhos!
Eu
Que de repente mergulhei no silêncio, que não vos telefono a desafiar para almoçar, que provavelemente vos pareço tão indiferente.
Eu, que aparentemente desisti do meu blog, que não vos tenho dado a saber dos meus desencantos, nem sequer das últimas piadinhas do Duarte.
Continuo aqui como sempre, ainda que não me apeteça muito telefonar ou esteja sem paciência para as últimas cusquices, quero-vos dizer que continuam no meu coração.
Uma Dica: telefonem-me, não desistam de mim. Continuo a querer estar convosco.
Monday, July 2, 2007
Tu
Que deixaste de me visitar e já nem me telefonas, provavelmente porque mergulhaste noutro mundo do qual me tento alhear o mais possível.
Queria dizer-te que penso em ti todos os dias, apenas não sei como te ajudar - talvez porque tenho a perfeita consciência que não o posso fazer.
Tu que me inspiras o maior dos carinhos, afliges-me por te sentir tão distante!
Esta semana hei-de ir visitar-te com um daqueles bolos de que tu gostas.
Entretanto recebe mais uma rosa perfumada.
Uma Dica: Homem, apenas homem/ No meio de homens/ Que de homens sabem a vida (Bento, José Maria in Tempo de Viagem)
Sunday, June 17, 2007
Meu pequeno Príncipe
Friday, June 15, 2007
Subsídio-dependência
Há um par de dias frente à televisão, enquanto via o telejornal, fiquei a saber através dos rodapés que resumem as noticias do dia, que um festival de música terá sido cancelado por falta de apoios do município onde "assentava praça".
Acho extraordinária a ideia de organizar um festival, com fins lucrativos, à conta do dinheiro do contribuinte. Já que se referendou a despenalização do aborto, tive uma ideia luminosa: "bora aí referendar se o contribuinte concorda com a isenção de taxas de ocupação e de publicidade, atribuição e impressão de material de divulgação, disponibilização de meios técnicos e humanos, para a concretização destes festivais cujo o principal objectivo é, basicamente, engordar as contas bancárias dos seus promotores?"
A questão até pode ser mais bem elaborada, mas já serve de base para o referendo, não acham? É que a quantidade de dinheiro e o esforço humano investido é enorme - para um município é um grande investimento.
Acho curioso e fico chocada com a lata dos promotores, em virem acusar publicamente as entidades oficiais, responsabilizando-os pelos seus próprios fracassos. Não seria normal, já que o acesso a estes festivais é pago, que estes senhores gerissem as suas contas de forma a suportarem todos os encargos?
Não sei se têm estado atentos mas ultimamente tem sido recorrente, o número de eventos cancelados pela falta de apoios - leia-se falta de dinheirinho para a promoção, pois que também não o há para tapar os buracos nas estradas - aumentou.
Uma Dica: Não quero ser injusta no juízo que faço sobre este assunto, até porque há eventos e eventos. Até concordo que haja algum apoio para impulsionar os primeiros, mas o mais normal é que, a partir de uma certa altura, se tornem autónomos e auto-suficientes. O dinheiro dos municípios deve ser investido na promoção dos seus próprios eventos culturais - não é por nada, mas tenho cá a impressão que com tantos apoios, depois não sobra nada para o serviço público.
Thursday, June 14, 2007
Luis

Para ti
Já te conheço há 10 anos, devo confessar que nunca pensei escrever sobre ti. Achava-te uma pessoa distante, antipática não, mas achava que tinhas aquele ar altivo - provavelmente conferido pelo cargo que ocupavas na altura. Agora que te conheço um bocadinho melhor, julgo que era uma defesa tua.
Gosto de ti, aprecio aqueles cigarros que partilhamos no corredor, ultimamente não tem sido possível, hoje, mais calma, dei comigo a pensar nisso e sinto a falta desses momentos.
És das poucas pessoas com quem falo de igual para igual, não preciso de activar as minhas defesas contigo porque sei que és uma mulher inteligente. Não sei muito a teu respeito, nem tu sobre mim, no entanto trocamos impressões diariamente, isso é um sinal de como tu és uma pessoa "mentalmente saudável".
Hoje pensei em ti e como tu, com uma generosidade enorme, segues a minha escrita e és curiosa relativamente ao que lês, este "post" é um projecto adiado - mas só agora tive tempo. É apenas uma forma de manifestar o meu reconhecimento pela tua simpatia e pela admiração que tenho por ti.
Uma dica: Nem todas as pessoas que se riem para nós e nos dão palmadinhas nas costas gostam realmente de nós, por outro lado nem todos os que parecem distantes são desinteressados ou antipáticos.
Monday, May 21, 2007
Pessoas
São tão parvas, que não consigo encontrar-lhes outro nome para além de: pessoas. É a forma mais simpática que encontrei para banalizar aquela classe de "gentalha"que se presume melhor que os outros.
Há pessoas que apetece achincalhar só de olhar para elas. São mal-educadas por natureza, a arrogância que encerram nos pobres espíritos convenceu-as que são mais giras, mais espertas e bem-sucedidas, ah! - não esquecer que também se vestem muito bem e têm corpos fantásticos.
A estas pessoas extraordinárias sobra-lhes em descaramento o que lhes falta, em larga escala, em inteligência e bom senso. Mentem de forma descarada sobre si próprias, acreditando que os outros são parvos, na maioria das vezes teriam que ser atrasados mentais para acreditar que determinado tipo de afirmações fazem algum sentido. Tecem comentários e fazem juízo de valores sobre terceiros, com uma "lata" e com uma convicção que envergonharia a maioria dos vigaristas.
Desculpem-me pessoas, mas sinceramente não vos suporto. Nunca gostei de falsidade: prefiro uma verdade dolorosa a uma mentira piedosa, o que é completamente diferente de achincalhar de forma gratuita quem quer que seja, mesmo alguém de quem não se gosta muito.
Uma Dica: Pessoas: porque alguém não comenta certo tipo de afirmações que proferem, não significa necessariamente que seja parvo, provavelmente não vos dá a importância suficiente para se dar ao trabalho de refutar os vossos argumentos, muito provavelmente nem sequer presta atenção ao que dizem!
Lealdade
Porque estou triste com algumas atitudes, resolvi falar sobre isto. Tinha que ser agora, porque se o fizesse antes corria o risco de me antecipar e se o fizesse daqui a uns tempos deixaria de fazer sentido.
É um "post" que escrevo para mim, não tem segundo sentido e não vale a pena tentar decifrá-lo porque não tem solução.
Apenas porque estou triste, atrevo-me a antecipar acontecimentos a que não quero assistir. Talvez seja apenas um exercício para me proteger e ganhar algumas defesas, para não ter surpresas.
Uma Dica: não liguem, deu-me para aqui.
Thursday, May 17, 2007
Paulinho
Eu acho que lhe assenta que nem uma luva. Os nomes compostos têm este problema, eu própria sofro do "síndroma", Maria do Carmo só servia para os ralhetes. Mas também é verdade que pelo menos já sabia o que aí vinha - não deixa de ser uma vantagem.
Mas voltando ao "Paulinho" e para que fique registado para a posteridade: gostei muito de o conhecer, tenho imensa pena que não fique mais tempo connosco. Tenho uma vaga ideia que não leva de nós a melhor das impressões - fruto da louca experiência que aqui viveu, por isso ainda tenho mais pena que não continue por cá.
Eu tenho uma facilidade enorme em "apaixonar-me" pelas pessoas, não por toda a gente claro, mas por umas quantas com quem me tenho cruzado na vida e não costumo quebrar os laços.
Poderia ser um post por encomenda, mas não é - é sentido. Que não haja ciúmes, eu tenho imensas rosas perfumadas para oferecer, especialmente para si aqui fica uma delas.
Uma Dica: Quando se gosta de alguém, dizemos-lhe - eu tenho esta forma de estar na vida. Não deixe de vir almoçar connosco.
Sunday, May 13, 2007
Zézinha
Apesar de ter apenas menos 14 meses do que eu, continuo a vê-la como uma menina pequena a quem devo a especial obrigação de proteger.
Na verdade foi assim a nossa vida toda. Quando pequenas e nos saudosos tempos de "Maria rapaz", aplicável às duas, apanhei muitas vezes por causa dela: metia-se em sarilhos com os rapazes e, regra geral, quem apanhava era eu - armada em forte só para a defender.
Sempre foi muito engraçada a Zézinha mas muito respondona também, por isso de vez em quando..., apanhava da mãe e lá estava eu, sempre pronta a pôr-me à frente. Confesso que ainda apanhei uns belos tabefes que lhe eram dirigidos.
Agora, separadas por 300 km de distância já há 18 anos, tenho umas saudades loucas das nossas discussões de adolescentes. Adoro as duas semanitas de verão em que estamos juntas e que passam a correr, parte-se-me o coração quando a deixo - parece que a estou a abandonar. Sinto que lhe devia telefonar muitas vezes e não o faço, que a devia ir visitar mais e não posso, gostava que ela estivesse todos os dias comigo para fazermos em conjunto o resumo dos nossos dias e nos indignarmos pelas injustiças ou rirmos dos disparates que ouvimos.
Hoje estou especialmente feliz e, por paradoxo, simultaneamente triste, porque é o dia da "Bênção das Fitas". Sei que ela não foi, apesar da minha insistência para ir, mas também sei que hoje, especialmente hoje, deveria ter estado com ela e nem lhe telefonei porque tive um dia complicado. O dia de hoje é o corolário de um percurso de muito sacrifício e de uma extraordinária força de vontade, contra tudo e contra todos, em concretizar um desejo há muito adiado - terminar a licenciatura.
Eu tenho um orgulho enorme na minha irmã, porque é uma mãe fantástica, uma mulher absolutamente dedicada à família e uma amiga invulgar o que faz dela um ser humano extraordinário.
Uma Dica: Vivemos dias loucos, a nossa vida é literalmente pautada pela tentativa de gerir o dia-a-dia o melhor que nos é possível, afastando-nos consideravelmente daqueles que amamos. Talvez fosse bom fazermos uma pausa e ponderarmos naquilo que é realmente importante, é que corremos o risco de investirmos demasiado em coisas que na realidade não nos fazem felizes, nem interessam para nada.
Tuesday, May 1, 2007
Gafes
trata-se de um acto ou meia dúzia de palavras proferidas de forma pouco oportuna.
Os políticos são exímios, é com cada uma. Mas eu própria sou expert na matéria. Tenho um jeito especial e natural para dizer a palavra errada ou o comentário mais inoportuno na pior das alturas. Também tenho uma propensão especial para tropeçar, cair ou mesmo atirar-me para cima de alguém quando dá menos jeito.
Há gafes, que pela sua natureza e transversalidade à maioria dos seres humanos, são autênticos ícones no comportamento social. A mais comum, que já aconteceu a quase todos nós, é a de perguntarmos aos familiares do defunto, depois de apresentarmos os pêsames, se está tudo bem. Comigo é recorrente, não falho uma única vez, é inevitável.
Outra muito frequente é perguntarmos à amiga que não vemos há uns tempos, que por acaso engordou uns quilinhos, se está grávida - desastrosa e quase incontornável. Mas a mais confrangedora, também já me aconteceu - confesso, é confundirmos o namorado/marido com o pai, numa palavra: terrível.
E confundir o namorado de uma das minhas colegas com o filho? Pois, pela aparente diferença de idades, achei mesmo que era o filho e em vez de ter fechado a boca, como seria natural, resolvi ser simpática e fazer conversa de circunstância - bem, ficou pior que estragada.
Se não servirem para mais nada, para além de criar um certo mau estar, as gafes servem pelo menos, para registarmos na memória e nos rirmos mais tarde - dependendo do género, claro.
Uma Dica: Depois de cometida a gafe, não vale a pena tentarmos justificar, é que quanto mais falamos mais nos "enterramos" - acreditem, fala a voz da experiência.










